terça-feira, 31 de julho de 2007

O Triathlon e os Jogos Pan-Americanos

Propositadamente, pus o nome do Triathlon antes. Sou um viciado nisso e para mim vem antes. Claro que isso é uma sandice, mas nem sempre somos racionais, não é mesmo. Por isso doeu tanto ouvir as declarações dos atletas depois da participação lá em Copacabana. Todo mundo queria um resultado melhor...uma vitória...Depois que acabaram os Jogos então... O que teve de barbada por aí!!!! O que tinha de triatleta lá na praia querendo ver um brasileiro campeão. Mas não deu. Canadenses e americanos principalmente estiveram melhor. Vieram com o que tinham de melhor. Fico muito feliz com o resultado dos nossos atletas. Juro que fico!!! Ver o Juraci dando aquele gás, ver as meninas se esfornçando ao máximo....ver o Marquinhos correndo machucado....é, amigos..Triatleta sofre!!! Do meio do ciclismo para a frente ainda apostávamos em uma supermegahiperultra corrida, mas ela não veio....Mas não me cansarei jamais de parabenizar a todos os seis. Juraci pelo resultado, Marquinhos e Virgílio pela hombridade de estatem ali e darem o seu melhor!!!! Mariana pela vaga quase certa; e a Carla e a Sandra pela luta até o fim... Eu estava lá....subindo na cerca e gritando o tempo para elas, vi a expressão de dor e de esforço!!! Realmente deram tudo!!!

Vi muitas pessoas perguntando várias coisas sobre o triathlon. Várias pessoas interessadas e admiradas!!! Muitas nem sabiam quem eram os atletas brasileiros na prova; afinal quem foi que teve a BRILHANTE idéia daquele uniforme nada brasileiro? Fala sério.... Mas voltando a falar do público, fiquei impressionado com as pessoas aplaudindo e estimulando. Claro que era um domingaço de sol em Copacabana. Não podia estar vazio!!! Mas que foi impactante, foi; e ficou claro que é possível ter mais e mais provas por ali! E bem organizadas!!!

Quanto ao tão falado trabalho em equipe, eu só não entendi porque o assunto virou moda, depois da prova. Oras, jogo de equipe que se combina no vestiário não vai dar certo nunca!!!! Ou se der certo, é obra do acaso e não do trabalho em si. Assisto às provas da ITU com frequência, e este trabalho já é feito a muito tempo...As medalhas de ouro são apenas mais um expoente deste trabalho. Agora, se surpreender com o trabalhos das "Julies" é de uma inocência pueril. E tem mais...o trabalho delas foi mais um fator que auxiliou!!! Só puderam trabalhar em equipe, porque nadaram muito e porque tinham gás para pedalar muito....Na saída da água, a Sandra e uma das canadenses não estavam tão longe assim das líderes... O Potts pedalou sozinho um tempo....não é só fazer o jogo de equipe não...tem um algo mais aí!

Infelizmente estamos à volta com uma realidade muito triste. Trata-se do mendigamento constante por grana. Claro que temos de defender uma condição digna para os atletas de ponta, mas daí acharmos que a briga pela vitória é a briga pelo próximo patrocínio vai um longo caminho. Lamentável ao meu ver. Ao estabelecer-se um patrocínio deveríamos vender um pacote com objetivos e metas realistas. Se o patrocínio só é devido ao campeão, estamos apostando num modelo falido. Mas sem dúvid ao patrocinador vislumbra a visibilidade que o atleta patrocinado pode dar à sua marca. E aí caímos numa corrida atrás do rabo....Como investimos e cultuamos o modelo de que o segundo lugar é o primeiro dos últimos e que uma boa campanha não serve mais do que um título, estaremos fadados a esta sina. Se passarmos a ver as pessoas (e os atletas por extensão) através de suas obras e não de seus títulos, poderemos começar a pensar que nem sempre ganhar é o mais importante e sim dar o melhor de si....

Parabéns a todos pelo resultado alcançado!!!! Fiquei muito contente de ver atletas que não figuram nas principais prova do mundo, apresentando performances muito boas. Tenho certeza que este resultado é fruto de uma temporada de muito esforço e que eles serão dignos da melhor recepção em seus países...

Parabéns à organização pela escolha do local e pela belíssima prova!!!!

Parabéns aos nossos triheróis!!! Ao meu ver, me representaram muito bem e me sinto orgulhoso de ser adepto deste esporte e de ser representado por eles!!!!

Que pena que tivemos de encerrar a participação com desabafos tão contundentes, mas que tem um conteúdo que merece ser observado por todos e a partir de uma reflexão fazer parte do nosso dia-a-dia como triatletas.

Bons treinos!!! Garra nas provas!!!!!

E consumamos esporte!!!

segunda-feira, 30 de julho de 2007

E o Pan acabou...

Depois de alguns dias envolvidos direta e indiretamente com os Jogos Pan-Americanos, entramos em ritmo de desaceleração.

Ainda terão atividades de desmobilização e relatoria, tão importantes para o futuro; mas a execução em si findou-se.

Quais as principais cenas destes Jogos?

(Deixarei o Triathlon de lado propositadamente para falar dele em separado.)

Foi o Pan do futebol feminino e da Marta? Com a melhor jogadora do mundo em campo, tivemos um bom resultado. 1º lugar, goleadas, estádios cheios (em alguns jogos), raça e determinação....objetivo alcançado? Não sei...como uma delas mesma falou...."Não acredito mais em promessa...vai continuar tudo do mesmo jeito"... Pergunte a alguma dessas atletas se não trocariam a tão sonhada medalha por um contrato razoável e um campeonato decente....É de pagar para ver...

Foi o Pan da natação? Tiago Pereira, César Cielo, Kaio Márcio e Rebeca Gusmão; expoentes anunciados de um bom trabalho realizado no longo prazo. O resultado dos 50 m livre masculino foi, na minha opinião, o melhor índice técnico de todos os Jogos, onde o atleta ficou a 2 décimos de segundo do recorde mundial. O Tiago dispensa qualquer comentário...ele está um degrau acima de qualquer debate sobre resultados em Jogos Pan-Americanos. Pode ser que eu me engane, mas ele vai bater o Phelps (Michael). Claro...se isto for uma meta para ele. Parabéns à todos os envolvidos na natação. O caminho é longo, mas em breve conseguiremos (à exemplo do Tiago e do Kaio) manter os melhores atletas treinando e competindo aqui, o que é, ao meu ver condição sine qua non para que o esporte se fortaleça. E bota investimento nisso...

Foi o Pan do Judô? Amplamente disputado por todo o país, é um esporte de tradição e resultados. Melhorou a sua escrita. Nível técnico acima da média, igualado apenas pelos cubanos. Méritos de planejamentos de longo prazo também e de uma ingerência forte da Confederação. Dispomos, às vezes de 3 atletas de nível internacional, numa mesma categoria. É um esporte que reverte frutos para a sociedade. Reflexo talvez da filosofia onde este se insere. O judoca, sabe que seu esforço por bons resultados desportivos não faz sentido se nao for acompanhado de um significado maior. Entende o valor do outro quimono, do oponente; sem o qual não há brilho na disputa. Não é raro encontrarmos trabalhos sociais envolvendo a prática do judô. Rara é a sua divulgação.

Foi o Pan do Tae Kwon Do? Esporte que trouxe o primeiro e famigerado "ouro" e junto com ele a marca do sistema falido de apoio ao atleta? A imagem de Diogo da Silva, bem que poderia ser a do seu protesto imitando os Panteras Negras, mas só de ouvi-lo dizendo que ganha 600 reais, quando ganha deveria ser suficiente para chocar. Não porque ganhar pouco é sinônimo de fracasso, como o próprio demonstrou; mas sim PAGAR pouco é sinônimo de avareza e mesquinhez. Pior...com um dinheiro que não é seu. Natália Falavigna, campeã mundial e vice-olímpica, derrotada na final dos Jogos, mostrou sabedoria ao conter seus sentimentos e resignar-se com o resultado apontado pelos árbitros.

Foi o Pan do Vôlei? Do corte do Ricardinho? Mais um fato onde passaremos ao largo da verdade...Entre todas as versões, fico com nenhuma. Todas carentes de argumentos sólidos ou verdades desconcertantes. Do resultado sem nenhum set perdido? Da capacidade de superação de um grupo que vence a si mesmo e desconhece adversários. De um grupo que encontrou a fórmula para superar problemas considerados crônicos no esporte nacional? O que falar diante dos FATOS que o voleibol apresenta? Rezo apenas que este baluarte, essa instituição, esse ícone não se deixe abalar e demonstre algo que temos precisado muito: TRANSPARÊNCIA. E o feminino? Há quem veja tristeza na derrota da seleção...fora o fato de ver o meu país superado numa final, fido feliz pelo espetáculo. A seleção cubana foi mais time e soube reverter uma situação desfavorável. Não há demérito e nem muito menos amarelão como ouvi e li por aí. Quando duas equipes de mesmo nível se enfrentam, isso acontece. Não vi derrota, vi sim superação. Pena que foi do outro time. Renovado. E o show foi garantido.

Foi o Pan do Atletismo? Consagrando o trabalho de grandes técnicos (Nélio Moura, Jayme Netto, Adauto Domingues, Elson Miranda entre outros), mantivemos resultados muito bons e o trabalho realizado foi de qualidade. A cena do revezamento 4x100m masculino encheu os olhos. O sadio duelo entre Maurren e Keila foi outro ponto à parte. A inequívoca renovação se faz necessária e mostra seus resultados. O estádio (que receberá comentários exclusivos) é digno de nota. Afora não haver uma cobertura para os competidores, obrigados a exporem-se à chuva. Sandro Viana, campeão aos 30 anos, depois de ter sido demitido do seu antigo trabalho...retrato de um Brasil. Jadel Gregório, Juliana Santos, Hudson de Souza e vários outros heróis nos encheram de orgulho.

Foi o Pan da Ginástica? As equipes masculina e feminina mostraram também muito bons resultados e a renovação vem dando muito certo. Individualmente sobressaíram alguns resultados muito expressivos e outros insucessos ligados à preparação psicológica mal conduzida. É algo que precisamos rever em âmbito geral... Por vezes nós mesmos jogamos um peso insuportável nas costas de uma ou duas pessoas. Chegamos ao ponto de chamarmos estas de "esperanças de medalhas" ou então de "amplos favoritos"... E às vezes os tornozelos, joelhos, ombros e cabeças não suportam tamanha pressão e cedem... Na GRD, mais uma vez, continuação de um trabalho. A diferença do resultado era tão explícita que outro resultado parecia improvável. Acompanhar a vida de um ginasta dói, o que dizer então de sê-lo. Palmas para esses heróis.

Foi o Pan de outros esportes? Futsal, beisebol, hipismo, ciclismo, levantamento de peso, squash, badminton, remo, vela, caratê...Bom...se formos falar de outros tantos esportes aqui vamos gastar um milhão de linhas e não terminaremos tão cedo...Resultados consagrados e ilustres desconhecidos se misturaram neste caleidoscópio que é um evento deste porte e mostraram ao País a dimensão do que é abrigar 42 países em um só.

Mas acho que o foi o Pan das constatações.

Foi o Pan do mau planejamento. Aumentar em quase dez vezes um orçamento não vai encontrar explicação nunca. Isto está enraizado na nossa cultura. Pode não ser a sua, que está lendo, mas é a do país que você vive; e logo vai se tornar sua. Escancara um lado nosso que teimamos em deixar para depois. Expõe a nossa face medíocre, as diferenças abissais e a facilidade de dissimulação do que é importante. Precisamos a TODO O CUSTO mostrar que somos capazes de organizar algo que nem de longe é importante para uma sociedade que tem problemas profundos. Temos de encarar de frente o fato de que temos idéias ruins, planejamos mal essas idéias, orçamos de forma a aprovar sem convencer e gastamos como se houvesse grana sobrando e os resultados de longo prazo já estivessem pacificados quanto á sua implantação. O que mais se ouviu durante os jogos (além de vaias) foram atletas aproveitando os seus 15 minutos de exposição para implorar por mais atenção, e grandes questionamentos sobre o que será feito do patrimônio deixado. Discussões estas que vão passar muito longe da sociedade.

Foi o Pan das vaias. Vaiamos o Presidente em cadeia mundial. Ao meu ver isto mostra a incapacidade de mostrar a indignação através de gestos convincentes. Isto reforça a confusão que fazemos entre pessoa pública e o cargo que ela ocupa. Reforça a necessidade que temos de expor a todos problemas que são nossos, e o pouco impacto que isto terá na busca pela efetiva solução ao que demonstramos sentir. Entre vaia e voto, fique com os dois. Não faz o menor sentido. Fazemos piada daquilo que deveria ser muito importante. E aí ficamos permitindo a perpetuação de modelos que só nos empurram para baixo. Em que pese o fato da demonstração ser legítima, foi inoportuna. Pense se faz sentido vaiar, o maior investidor de um evento? Não consigo ver sabedoria nisso. E as vaias a outros competidores? Torcer pelo bom resultado de alguém não deveria ter algo a ver com o desejo de que o adversário vá mal. Ganhar pelo fracasso de alguém não é altruísta, ao contrário; é pequeno demais. Entre atletas há um respeito mútuo. Todos passaram por situações muito parecidas para estarem ali. Claro que há exemplos dignos de vaia ou mesmo de desprezo. Atletas que utilizam recursos ilegais, trapaças ou então tem mais soberba do que personalidade, podem até passar por este constrangimento, ainda que eu o desaconselhe. Mas daí vaiar um atleta, só porque ele tem uma nacionalidade diferente da sua... É a tal generalização indiscriminada, impensada e consequentemente indevida. Mas é só mais um reflexo da nossa cultura, da nossa educação; ou da falta dela. Temos de repensar não as vaias, mas o que as motivam.

Foi o Pan das medalhas. Da busca incessante pelas medalhas (criaram até a Síndrome de Mutley!!). Ouvi de comentaristas renomados que não importava se não estavam ali as melhores equipes ou atletas... Como não? Num competição de baixo nível técnico, o resultado não pode ter o mesmo valor. Essa questão das vaias também mostra um pouco isso. Tudo por uma medalha, pois medalhar é que é importante! Sem medalha não foi bom resultado....medalha, medalha, medalha... Oras!!! Ficamos olhando para aquele quadro de medalhas como se ele representasse a posição relativa entre países. Nem esportivamente isso é uma verdade. De onde se tirou que um ouro vale mais que 50 pratas? Porque alguns esportes são mais representativos que outros? Alguns critérios aborrecem de tão ultrapassados. Se os Jogos são a celebração do esporte, então a participação deve ser exaltada. Todos atletas ali são campeões em seus países, ou então passaram por processos seletivos. Como quantificar/premiar o esforço que um atleta, de um país que não tem piscinas (nem patrocínio, nem técnico, nem incentivo, nem uniforme), fez para estar competindo namodalidade natação? Medalha é a premiação de uma disputa. Medalha é consequência de um processo longo e metódico. Repeti-las faz parte de uma continuidade. Manter-se no topo faz parte de uma política. Fugir disso é acreditar em mágica. E mágica a gente conhece....é coisa de mágico.

Foi o Pan das ilusões. Se fecharmos os olhos poderemos ver metrô, pistas duplicadas, centros de treinamento, políticas públicas, lagoas despoluídas e por aí vai. Mas se abrirmos os olhos constataremos que as idéias não correspondem aos fatos. A Lei de Gerson (que não tem nada a ver com o Gerson) imperou e passamos muito longe de aproveitarmos a primeira oportunidade de construirmos algo para nós mesmos. O Pan de 63 deixou como legado entre outras coisas, a Cidade Universitária em São Paulo. Pode ser pouco (na verdade é pouco), mas dá uma mostra do que um evento desse pode produzir em longo prazo. Com o passar dos 44 anos já dispunhamos de ensinamento suficiente, mas não me parece que o estejamos utilizando sabiamente. Às vezes eu me pergunto como pode-se falar em centros de excelência desportiva de qualquer espécie, se não há programas de prática e incentivo esportivo para a sociedade? Como negar o acesso a estas instalações, em nome de equipes nacionais? Como alguém pode aceitar isso como normal? Para que? Para buscar uma medalha? Que medalha é essa? Como construir algo com dinheiro público e elitizar o acesso a alguns poucos privilegiados? Vejam bem...não quero que as euipes estejam desamparadas...não é isso...Ao contrário....desejo que as equipes nasçam de um projeto maior, de uma coleta na base, que isso seja integrante de um projeto transformador através do esporte. A constituição da equipe é uma questão de tempo. Basta inserir um número maior na entrada que o resultado na ponta será melhor tanto quali como quantitativamente.

Foi o Pan do acesso. Ingressos baratos podiam ser adquiridos desde o início. É bem verdade que uma parcela pequena se planejou e comprou com antecedência; até porque muitos não dispõem de acesso á internet; e isso ensejou que a ação dos cambistas corresse solta e assistimos pela TV espetáculos com arquibancadas vazias enquanto a notícia de que não haviam ingressos à venda corria solta. Desta vez, o jeitinho não funcionou... Mas há que se registrar, o planejamento de ingressos baratos foi colocada em prática. Houve uma certa confusão com horários e locais de provas. Mas nada que não seja aceitável.

Ao chegar ao fim, creio que devemos pensar e muito sobre que tipos de desígnios queremos e podemos dar a nós mesmos. Esporte, Cultura, Cidadania e Educação andam muito juntos. Investimentos altos e consistentes devem ser dados. Sem estes, os resultados são efêmeros, esporádicos e desaparecem no tempo. Temos de valorizar as nossas provas, as nossas competições, os nossos atletas, os nossos treinadores. Consumir o nosso esporte, pode e deve dar retorno para ele mesmo. Exigir que todos: atletas, dirigentes, técnicos, governantes, torcedores e adversários tenham desempenho à altura do que investimos. Ser primeiro ou último é uma questão de resultado. Isso deve ser decidido na prova e cabe aos atletas e comissão técnica. Para mim, tanto faz se foi campeão ou não. Quero saber se ele fez o melhor de si, se deu o seu máximo, se cumpriu o planejado, se arriscou onde podia, se deixou tudo o que tinha para fazer o seu melhor. Vencer ou perder é uma questão de ter alguém na mesma prova que estava melhor preparado; e este merece as mais vigorosas palmas.

Parabéns a todos!!! E consumamos esporte!

PENSAR É A REGRA, AGIR É O CAMINHO!

Amigas e amigos, sejam bem vindos!

Dedico este espaço em especial ao triatleta e à paixão que temos por este estilo de vida.
Profissionais, iniciantes, técnicos e amadores, sintam-se à vontade.
Assuntos transversais também serão discutidos amplamente, uma vez que o triatleta é, por essência um ser de múltiplas facetas.
A lei é o respeito ao outro e à sua opinião.
Sintam-se à vontade!